O Festival Ativação Criativa é pra quem tem uma atividade criativa e quer se reinventar

Imagine receber na sua casa um grupo de experts que vai ajudar você a ver que, apesar do cenário atual, existem muitas possibilidades de reinventar o seu negócio. Curtiu? Então, é isto que vai acontecer no Festival Ativação Criativa. Encontros on-line, gratuitos, transmitidos por streaming no YouTube e lives no Instagram, com artistas, gestores e empreendedores criativos que conseguiram virar a chave e se reinventaram em plena pandemia.

 

Todos os encontros serão temáticos e abertos pela artista e mentora de carreiras criativas Cynthia Domenico, com conteúdos transformadores para chacoalhar seus neurônios e ativar a sua mentalidade realizadora. A cada dia, ela receberá convidados de diferentes áreas, como músicos, performer, poeta, videomaker, bailarino, gestor cultural, produtor musical, marceneiro e clowns. E você vai conhecer não só o trabalho deles, mas também os bastidores de como inovaram em seus negócios para serem sustentáveis.

Assista, participe e inspire-se!

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programação

programação

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20/04 • terça-feirA
LIVES NO @ATIVACAOCRIATIVA

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21/04 • quarta-feirA 

LIVES NO @ATIVACAOCRIATIVA

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22/04 • quinta-feirA

LIVES NO @ATIVACAOCRIATIVA

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23/04 • sexta-feira

LIVES NO @ATIVACAOCRIATIVA

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24/04 • sábado 

LIVES NO @ATIVACAOCRIATIVA

DIREÇÃO GERAL E CURADORIA

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CYNTHIA DOMENICO

Artista, terapeuta e mentora de carreiras criativas. Construiu uma carreira sólida como artista de dança e vídeo, ganhou o Prêmio Mostra de Artistas no Exterior da Fundação Bienal de São Paulo e participou de diversas mostras e festivais nos territórios nacional e internacional. Como produtora cultural, participou de produções internacionais das mais consagradas companhias de dança do mundo. Desde 2011 está à frente da Soma Realizações, produtora cultural, tendo realizado dezenas de projetos no Brasil e no exterior. Em 2014, decidiu ajudar outros profissionais criativos a realizarem seus sonhos e a conquistarem seus objetivos. Criou uma metodologia que une as técnicas de thetahealing, holomentoring e coaching, em um passo a passo que explora de forma prática a relação de pessoas criativas com o empreendedorismo e com o dinheiro. Compartilha seu conhecimento em atendimentos individuais, cursos e workshops on-line.

 

@cynthia.domenico

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Heloísa
Sobral

Em busca de mais qualidade de vida e um trabalho com mais significado pessoal, aos 40 anos, largou sua carreira bem sucedida como publicitária e jornalista (incluindo um período onde dirigiu e criou publicações na Editora Abril) e repensou seus planos futuros. Abriu seu próprio negócio. Desde então, é sócia-fundadora da MUDA Práticas, empresa de projetos culturais, onde realiza projetos criativos e transforma ideias em negócios. Cria e produz projetos culturais de artes visuais, fotografia, literatura, cinema, museologia, arte urbana, instalações artísticas e intervenções urbanas, com especial foco em ações inovadoras de incentivo à leitura. Criou, fez curadoria, dirigiu e implementou mais de 500 ações de promoção da leitura no estado de São Paulo, buscando despertar o interesse do público adulto pela leitura, ações que considera fundamentais para a educação continuada e evolução das pessoas, da sociedade e do País. Compartilha sua experiência em cursos, workshops e consultorias. Desde 2015, junto com Cynthia Domenico, realiza o curso Ativação Criativa: transforme seu talento em um negócio rentável. É professora da EduK, maior site de educação brasileiro com o curso “Meu negócio criativo: como começar e expandir”. Faz o que gosta!


@sobralheloisa

Produção Executiva e Mediação das Salas de Bate-Papo
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Markito
Alonso

Colecionador e contador de histórias, iniciou sua carreira com foco em produções e locuções radiofônicas. Foi locutor, roteirista e programador da Web Rádio do Centro Cultural São Paulo entre os anos de 2003 e 2011. Nos anos de 2012 e 2013, geriu o espaço Multimeios do Centro Cultural da Juventude, sendo responsável pela produção audiovisual da instituição, além de gerir e programar oficinas voltadas para a produção e criação musical. Criou programas de rádio para a Rádio Escuta e para a Rádio Eterogenia (CCE_Cordóba).  Em 2014 esteve como produtor literário na Livraria Martins Fontes Paulista.  Em 2015 optou por pegar suas histórias e levá-las aos palcos por meio do projeto “Quando coisas reais acontecem a seres imaginários” com foco na narração oral e gráfica. Para 2020, estava programada a turnê de lançamento de seu livro, em parceria com o ilustrador Rodrigo Taguchi, “Quando criança”, porém foi interrompida por conta da pandemia, querendo manter a divulgação do trabalho, a dupla transformou o livro em obra audiovisual, transmitindo-o por diversos lugares como: Encontro de Contadores de Histórias de Londrina, Fábricas de Cultura Jaçanã, Biblioteca Menotti del Piccia, Centro Cultural da Vila Formosa, Casa de Cultura Cidade Ademar e Fábrica de Cultura Brasilândia. 


@alonsosetaguchis

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Artistas e especialistas convidados 

Ailton Guedes - narrador - foto Vitor Vi

AÍLTON GUEDES

Ailton Guedes é ator, contador de histórias, arte-educador, curador e produtor cultural. Graduado em Letras, é pós-graduado em “A Arte de Contar Histórias”, com cursos de extensão em Arte-educação e Incentivo à Leitura e em Teatro e Sociedade.

Formado no curso de atuação do CPT/SESC sob orientação do mestre Antunes Filho, fez diversos outros cursos nas áreas das artes cênicas, literatura e produção cultural. Atua profissionalmente no meio artístico e educacional desde 2001 e, em 2020 com a pandemia de covid-19, migrou com alguns projetos para as plataformas virtuais, como as narrações para adultos com o grupo Alcateia Narrativa, e desenvolveu outros especificamente para elas, como o canal infanfil “TV Zazou” com o Coletivo Fileira 3 e a versão online do espetáculo teatral A Pena de Wilde, que dirige, produz e atua.

@ailtonguedes.ator.narrador

 

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Ângela castelo branco

Ângela Castelo Branco é poeta e arte educadora. Doutora em Artes e Mestre em Educação. Criadora do curso de pós-graduação Gestos de Escrita como prática de risco. Autora dos livro “Epidermias”e "É vermelho o início da árvore".

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Bárbara Salomé

Atriz, palhaça, artista visual e arte educadora. Formada pelo Curso Livre de Formação de Atores da Universidade Federal de Ouro Preto-MG, fez parte do OFICINÃO. Em São Paulo estudou Humor na. Pesquisa a Linguagem do palhaço desde 2008. Criadora, junto com o artista, José Sampaio do [C A S A _ coletivo de arte]. Durante a pandemia, criou o Atendimento Psico-riso-mágico, intervenções online com sua palhaça; o curso Práticas criativas para inventar mundo, foi performer no Ex-reality com a ExCompanhia de Teatro e  atuou na websérie "NA CAMA".

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Bobby Baq

Bobby Baq é poeta, roteirista, dramaturgo. Autor dos livros:” NÓDOA”, “NÉBULA”, “suspensivos”, “Eu findo mundo” e outros ainda em processo. 

Trabalha com o silêncio na palavra escrita e a performatividade na palavra oralizada.

Tem como raiz de seu trabalho a palavra e a poesia que acabam desembocando em ramificações como: poemas feitos para serem lidos em silêncio nos livros, poemas performáticos / cênicos / spoken words, poemas acompanhados de colagens, oficinas de poesia, escrita de dramaturgia e orientação dramatúrgica para jovens no projeto espetáculo das fábricas de cultura, vídeo-poemas e outras coisas mais.

 

@bobbybaq

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Brunna Talita

Brunna Talita é contadora de histórias e mediadora de leitura, e junto com Renato Ribeiro, músico e mediador de leitura, desde 2017 pega carona no O casulo viajante: uma kombi literária recheada de livros e histórias para a infância. Uma kombi-casa que abriga os livros durante a quarentena. Criaram o Teletransporte de histórias, um jeitinho de aproximar os livros dos leitores através de lives e leituras compartilhadas no youtube do grupo. As histórias também fizeram parte de espaços culturais, festas de aniversários e de salas de leitura das escolas. Outra proposta que criamos, de abraçar com palavras de forma intimista, foi "uma história de presente" que é contada pelo aplicativo whatsapp. Além do Casulo viajante, os artistas também participam de outros grupos: Brunna é integrante do gRUPO êBa - narração de histórias em Libras e Português; Renato é guitarrista e violonista da Banda Nã.

 

@brunnatalitacontahistorias  @ocasuloviajante

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Caio Laser

Caio Laser é músico (Black Mantra, Banda Cigarra, Black Brasa, Trio Iafelice, Pomarolla Soul, entre outras) e produtor.  Co-fundador da big band de funk e soul instrumental Black Mantra (dois álbuns, dois EP's e dois discos de vinil autorais lançados). Iniciou-se nos estudos do contra-baixo em 2002 e atua tocando, produzindo e dirigindo projetos musicais desde então.

Paralelo a música, graduou-se em Audiovisual e também atua como videomaker, diretor, diretor de fotografia e editor em conteúdos audiovisuais desde 2012 para diversos segmentos: música, artes, publicidade, entretenimento, esportes, moda, gastronomia e etc., trabalhos que continuou desenvolvendo na pandemia, além de lives de seus projetos musicais.

 

@caiolaser

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Daniel Viana

Daniel Viana, poeta de rua, multiartista, pesquisador de literatura e rua. Mineiro de certidão e sotaque, radicado na garoa paulista. Cursou direção teatral pela Escola Livre de Teatro de Santo André. Cursa o último ano em Letras pelo Instituto Singularidades. Criador do projeto Guardanapos Poéticos que, desde 2012, realiza intervenções literárias urbanas com criação de poemas e microcontos ao vivo a partir de depoimentos do público. Em 2014, criou a [CUBO] – Microbiblioteca de Micronarrativas, a primeira biblioteca com acervo dedicado à produção de micronarrativas brasileiras. Autor de livros de contos e poemas com publicação e distribuição independentes. Seus textos foram adaptados para o teatro, dança e audiovisual. Desde 2013 integra o elenco do Grupo Sobrevento.Na pandemia adaptou suas ações de rua para o online: espetáculos com o Grupo Sobrevento, workshops de escrita e projetos como o Postal Falado, em que a partir de um descritivo de um local pelo público ele cria poemas e um ilustrador desenha um postal em 5 minutos. 

 

@guardanapospoeticos

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Estela Lapponi

Estela Lapponi, performer e videoartista paulistana.Investigação o discurso do corpo com deficiência, a prática performativa e relacional (público) e o trânsito entre as linguagens visuais e cênicas.Desde 2009 realiza práticas investigativas em diversas linguagens sobre  o conceito que criou – Corpo Intruso e  seu contêiner Zuleika Brit. Em 2018 dirigiu e produziu seu primeiro curta-metragem profanAÇÃO  em que dá início à pesquisa de inserção do recurso de acessibilidade como parte da poética da obra.
 
Lirinha Morini veio de uma família de músicos. Aos 14 começou a participar de bandas. Aos 17, já era professor de música. Integrou várias bandas, projetos solos, artísticos e audiovisuais, tocando Guitarra, Violão, Viola Caipira e Contra-Baixo. Atualmente, faz parte da Crew dos artistas: Gal Costa, Gabriel Sater, Orquestra Brasileira de Música Jamaicana/OBMJ, Ego Kill Talent e Black Mantra. 
 
@estelapponi  @lirinha77

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Eveline Sin

Eveline Sin é artista e poeta. Nascida em Natal, Rio Grande do Norte. Autora de cinco livros de poesias. Em 2016 criou a AREIA inutensílios, onde uniu o gosto por balangandãs e sua poesia, transformando em colares poemas pra levar no peito. Lançou o disco 37 GRAUS - poesia em vinil, projeto que se desdobrou também em show e sarau. Na pandemia  lançou seu C A N I N A N A, um novo livro de poemas e o podcast LITHERATÓRIO. No graffiti desenvolve sua pesquisa artística desde 2007, onde descostura dores e agonias com muita força e personalidade, cria seu universo onde tudo se torna possível, seu absurdismo. POEMATEMÁTICO é sua pesquisa que une poesia e artes visuais.

 

@eveline_sin  @areiainutensilios

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Giuliano Terno

Giuliano Terno, é Doutor e Mestre em Artes com licenciatura plena em Educação Artística - Habilitação em Artes Cênicas. Coordenador Geral dos cursos de pós-graduação d’A Casa Tombada.  Organizador do livro A Criança de 6 anos - Reflexões e Práticas. Co-autor do livro Contos do Quintal. Organizador e autor do livro A Arte de Contar Histórias: Abordagens poética, literária e performática e do livro Narra-te cidade: pensamentos sobre a arte de contar histórias hoje, pel’A Casa Tombada Edições. 

 

@acasatombada

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Guilherme Rossi

Pesquisadora de dança da Amazônia paraense, curadora, artista do campo da videodança|dança para a tela e relações públicas. É mestranda em Artes da Cena pela Unicamp, onde investiga as relações das danças contemporâneas produzidas para as mídias “da palma da mão”. É uma das idealizadoras da mostra Prosa, Vídeo e Dança, do qual acumula o acervo de cerca de 100 videodanças curadas, provenientes de vários países do mundo. Sócia do Coletivo Las Caboclas de videodança, com produções que circularam por festivais de dança e vídeo pelo Brasil, Nova Zelândia, Espanha, Portugal, México, Argentina, Chile e Bolívia. Seu trabalho mais recente, a videodança “Qual pele me Reveste?”, foi realizada sob aval da Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo), e foi produzida sem interação física com 13 artistas-mulheres de diversas regiões do país.

@vanessa_hassegawa

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José Sampaio

Ator, diretor, produtor de artes cênicas e escritor. Formado pelo CPT de Antunes Filho, em Atuação pela SP Escola de Teatro e em Palhaço pelos Doutores da Alegria. Realizou mais de 30 obras como ator, diretor e dramaturgo, entre peças teatrais, performances, obras multimídias e intervenções, em trabalhos autorais e com importantes companhias, em obras premiadas com Shell, APCA e prêmio CPT. Criador do [C A S A _ coletivo de arte] junto à artista Bárbara Salomé. Durante a pandemia criou duas séries para as redes sociais: "NA CAMA", e "Música Desaparecendo no Rosto". Também atuou como performer no projeto "Ex-reality" da ExCompanhia de Teatro. E está em processo de criação da versão online da obra "Fim de Show".
 
@_jose_sampaio_  @barbarelasalome

Juliano Tiburcio 2021-04-14 at 18.36.28.

Juliano Tiburcio

uliano Tiburcio é artista com uma ampla e diversa experiência tendo como eixo comum a relação da arte com a moda, o vestuário e a tecelagem numa perspectiva de reaproveitar e ressignificar materiais. Formado em artes plásticas, especializou-se em moda e arte. Criou estampas para confecções, criou figurinos para peças teatrais, teve loja de moda, forneceu para brechós. Com a  pandemia,  tem feito trabalhos para sobreviver que não envolvem sua experiência artística e criativa. Optou por não migrar para o modo digital e mantém-se ativo fazendo atividades como bordado e criação de acervo de brechó.

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Julli Pop e Guilherme Rossi

A Mala Ateliê, projeto de JulliPop e Gui Rossi,  estreou em julho de 2020, com a ativação de uma pesquisa que partilha depoimentos de pessoas sobre o que carregam em sua mala, em especial artistas, educadores e crianças. As Malas Ateliês levam para as crianças a oportunidade de perceber o espaço e as coisas, experimentar e inventar sozinho e em conjunto, construir conhecimentos brincando. São apresentadas em ciclos e compõem uma coleção.

Julli é artista educadora atelierista, cantora compositora, engajada na área desde 1998, premiada por seu trabalho dentro da educação e Gui é inventor, artista, cenógrafo, engajado na área com produções em diferentes Bienais de Arte de São Paulo associado a artistas internacionais, hoje atua com Julli na invenção das malinhas ateliê e conta com sua oficina  MataAMP para produção dessas invenções.

 

@jullipopart  @gui_rossi_mataamp  @malaatelie

Leo Versolato_RenataVersolato 2021-04-15

Léo Versolato

A música sempre esteve presente no cotidiano de Renata e Léo. Filhos de pai saxofonista, flautista e clarinetista, e de mãe cantora e violonista, o  contato com a linguagem musical deu-se desde muito cedo. 

Renata Versolato, cantora, além de solista, atua como backing vocal, desenvolve seus shows em casas noturnas de Sampa e participa de gravações de discos e jingles. Também ministra aulas particulares e em escolas de música. Como atriz, atua em musicais de grandes produções.  Formou-se em Humor, e com sua personagem a palhaça Popota, apresenta-se para o público infantil em espetáculos solo e em peças teatrais. Também trabalha com sua banda autoral “Bolero Freak”, que faz leituras e releituras de música brasileira, desde a Tropicália, até a música dos dias de hoje. Na pandemia dá aulas de canto online  e faz lives com a sua banda Bolero Freak.

 

Léo Versolato é artista, produtor musical e compositor de sua obra autoral, mas também compositor de música para cinema, publicidade, teatro e mídias digitais. Trabalhou nas premiadas produtoras Junk/OM e na Raw Audio e atualmente colabora com diversas produtoras musicais de grande relevância em São Paulo. Em 2014 lançou seu primeiro disco autoral, o "Santo Bom”, a convite da prestigiada gravadora Kuarup, e já em 2014 e 2015 seu disco foi pré-selecionado para o Prêmio da Música Brasileira. Atua também, como educador musical e  está em processo de pré-produção de seu segundo disco autoral, o “Enfant Terrible”. Na pandemia dá aulas de baixo, online, e cria trilhas para mídias digitais.

@leo.versolato; @renataversolato

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Lirinha Morini

Pesquisadora de dança da Amazônia paraense, curadora, artista do campo da videodança|dança para a tela e relações públicas. É mestranda em Artes da Cena pela Unicamp, onde investiga as relações das danças contemporâneas produzidas para as mídias “da palma da mão”. É uma das idealizadoras da mostra Prosa, Vídeo e Dança, do qual acumula o acervo de cerca de 100 videodanças curadas, provenientes de vários países do mundo. Sócia do Coletivo Las Caboclas de videodança, com produções que circularam por festivais de dança e vídeo pelo Brasil, Nova Zelândia, Espanha, Portugal, México, Argentina, Chile e Bolívia. Seu trabalho mais recente, a videodança “Qual pele me Reveste?”, foi realizada sob aval da Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo), e foi produzida sem interação física com 13 artistas-mulheres de diversas regiões do país.

@vanessa_hassegawa

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Mah Mooni

Pesquisadora de dança da Amazônia paraense, curadora, artista do campo da videodança|dança para a tela e relações públicas. É mestranda em Artes da Cena pela Unicamp, onde investiga as relações das danças contemporâneas produzidas para as mídias “da palma da mão”. É uma das idealizadoras da mostra Prosa, Vídeo e Dança, do qual acumula o acervo de cerca de 100 videodanças curadas, provenientes de vários países do mundo. Sócia do Coletivo Las Caboclas de videodança, com produções que circularam por festivais de dança e vídeo pelo Brasil, Nova Zelândia, Espanha, Portugal, México, Argentina, Chile e Bolívia. Seu trabalho mais recente, a videodança “Qual pele me Reveste?”, foi realizada sob aval da Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo), e foi produzida sem interação física com 13 artistas-mulheres de diversas regiões do país.

@vanessa_hassegawa

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Mariama Camara

Pesquisadora de dança da Amazônia paraense, curadora, artista do campo da videodança|dança para a tela e relações públicas. É mestranda em Artes da Cena pela Unicamp, onde investiga as relações das danças contemporâneas produzidas para as mídias “da palma da mão”. É uma das idealizadoras da mostra Prosa, Vídeo e Dança, do qual acumula o acervo de cerca de 100 videodanças curadas, provenientes de vários países do mundo. Sócia do Coletivo Las Caboclas de videodança, com produções que circularam por festivais de dança e vídeo pelo Brasil, Nova Zelândia, Espanha, Portugal, México, Argentina, Chile e Bolívia. Seu trabalho mais recente, a videodança “Qual pele me Reveste?”, foi realizada sob aval da Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo), e foi produzida sem interação física com 13 artistas-mulheres de diversas regiões do país.

@vanessa_hassegawa

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Paula Lisboa

Pesquisadora de dança da Amazônia paraense, curadora, artista do campo da videodança|dança para a tela e relações públicas. É mestranda em Artes da Cena pela Unicamp, onde investiga as relações das danças contemporâneas produzidas para as mídias “da palma da mão”. É uma das idealizadoras da mostra Prosa, Vídeo e Dança, do qual acumula o acervo de cerca de 100 videodanças curadas, provenientes de vários países do mundo. Sócia do Coletivo Las Caboclas de videodança, com produções que circularam por festivais de dança e vídeo pelo Brasil, Nova Zelândia, Espanha, Portugal, México, Argentina, Chile e Bolívia. Seu trabalho mais recente, a videodança “Qual pele me Reveste?”, foi realizada sob aval da Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo), e foi produzida sem interação física com 13 artistas-mulheres de diversas regiões do país.

@vanessa_hassegawa

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Penélope Martins

Pesquisadora de dança da Amazônia paraense, curadora, artista do campo da videodança|dança para a tela e relações públicas. É mestranda em Artes da Cena pela Unicamp, onde investiga as relações das danças contemporâneas produzidas para as mídias “da palma da mão”. É uma das idealizadoras da mostra Prosa, Vídeo e Dança, do qual acumula o acervo de cerca de 100 videodanças curadas, provenientes de vários países do mundo. Sócia do Coletivo Las Caboclas de videodança, com produções que circularam por festivais de dança e vídeo pelo Brasil, Nova Zelândia, Espanha, Portugal, México, Argentina, Chile e Bolívia. Seu trabalho mais recente, a videodança “Qual pele me Reveste?”, foi realizada sob aval da Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo), e foi produzida sem interação física com 13 artistas-mulheres de diversas regiões do país.

@vanessa_hassegawa

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Renata Versolato

Pesquisadora de dança da Amazônia paraense, curadora, artista do campo da videodança|dança para a tela e relações públicas. É mestranda em Artes da Cena pela Unicamp, onde investiga as relações das danças contemporâneas produzidas para as mídias “da palma da mão”. É uma das idealizadoras da mostra Prosa, Vídeo e Dança, do qual acumula o acervo de cerca de 100 videodanças curadas, provenientes de vários países do mundo. Sócia do Coletivo Las Caboclas de videodança, com produções que circularam por festivais de dança e vídeo pelo Brasil, Nova Zelândia, Espanha, Portugal, México, Argentina, Chile e Bolívia. Seu trabalho mais recente, a videodança “Qual pele me Reveste?”, foi realizada sob aval da Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo), e foi produzida sem interação física com 13 artistas-mulheres de diversas regiões do país.

@vanessa_hassegawa

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Renato Ribeiro

Pesquisadora de dança da Amazônia paraense, curadora, artista do campo da videodança|dança para a tela e relações públicas. É mestranda em Artes da Cena pela Unicamp, onde investiga as relações das danças contemporâneas produzidas para as mídias “da palma da mão”. É uma das idealizadoras da mostra Prosa, Vídeo e Dança, do qual acumula o acervo de cerca de 100 videodanças curadas, provenientes de vários países do mundo. Sócia do Coletivo Las Caboclas de videodança, com produções que circularam por festivais de dança e vídeo pelo Brasil, Nova Zelândia, Espanha, Portugal, México, Argentina, Chile e Bolívia. Seu trabalho mais recente, a videodança “Qual pele me Reveste?”, foi realizada sob aval da Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo), e foi produzida sem interação física com 13 artistas-mulheres de diversas regiões do país.

@vanessa_hassegawa

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Ritamaria

Pesquisadora de dança da Amazônia paraense, curadora, artista do campo da videodança|dança para a tela e relações públicas. É mestranda em Artes da Cena pela Unicamp, onde investiga as relações das danças contemporâneas produzidas para as mídias “da palma da mão”. É uma das idealizadoras da mostra Prosa, Vídeo e Dança, do qual acumula o acervo de cerca de 100 videodanças curadas, provenientes de vários países do mundo. Sócia do Coletivo Las Caboclas de videodança, com produções que circularam por festivais de dança e vídeo pelo Brasil, Nova Zelândia, Espanha, Portugal, México, Argentina, Chile e Bolívia. Seu trabalho mais recente, a videodança “Qual pele me Reveste?”, foi realizada sob aval da Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo), e foi produzida sem interação física com 13 artistas-mulheres de diversas regiões do país.

@vanessa_hassegawa

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Thiago CONSP

Pesquisadora de dança da Amazônia paraense, curadora, artista do campo da videodança|dança para a tela e relações públicas. É mestranda em Artes da Cena pela Unicamp, onde investiga as relações das danças contemporâneas produzidas para as mídias “da palma da mão”. É uma das idealizadoras da mostra Prosa, Vídeo e Dança, do qual acumula o acervo de cerca de 100 videodanças curadas, provenientes de vários países do mundo. Sócia do Coletivo Las Caboclas de videodança, com produções que circularam por festivais de dança e vídeo pelo Brasil, Nova Zelândia, Espanha, Portugal, México, Argentina, Chile e Bolívia. Seu trabalho mais recente, a videodança “Qual pele me Reveste?”, foi realizada sob aval da Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo), e foi produzida sem interação física com 13 artistas-mulheres de diversas regiões do país.

@vanessa_hassegawa

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Thiago Righi

Pesquisadora de dança da Amazônia paraense, curadora, artista do campo da videodança|dança para a tela e relações públicas. É mestranda em Artes da Cena pela Unicamp, onde investiga as relações das danças contemporâneas produzidas para as mídias “da palma da mão”. É uma das idealizadoras da mostra Prosa, Vídeo e Dança, do qual acumula o acervo de cerca de 100 videodanças curadas, provenientes de vários países do mundo. Sócia do Coletivo Las Caboclas de videodança, com produções que circularam por festivais de dança e vídeo pelo Brasil, Nova Zelândia, Espanha, Portugal, México, Argentina, Chile e Bolívia. Seu trabalho mais recente, a videodança “Qual pele me Reveste?”, foi realizada sob aval da Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo), e foi produzida sem interação física com 13 artistas-mulheres de diversas regiões do país.

@vanessa_hassegawa

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Yannick Delaas

Pesquisadora de dança da Amazônia paraense, curadora, artista do campo da videodança|dança para a tela e relações públicas. É mestranda em Artes da Cena pela Unicamp, onde investiga as relações das danças contemporâneas produzidas para as mídias “da palma da mão”. É uma das idealizadoras da mostra Prosa, Vídeo e Dança, do qual acumula o acervo de cerca de 100 videodanças curadas, provenientes de vários países do mundo. Sócia do Coletivo Las Caboclas de videodança, com produções que circularam por festivais de dança e vídeo pelo Brasil, Nova Zelândia, Espanha, Portugal, México, Argentina, Chile e Bolívia. Seu trabalho mais recente, a videodança “Qual pele me Reveste?”, foi realizada sob aval da Oficina Cultural Oswald de Andrade (São Paulo), e foi produzida sem interação física com 13 artistas-mulheres de diversas regiões do país.

@vanessa_hassegawa

Captação e edição de áudio

Duda Gomes

 

Captação de imagens

Thiago Miagy 

Helena Wolfenson

 

Edição de imagens

Thiago Miagy 

 

Acessibilidade

@DesvioPadrãoColetivo  @ffomin.acessibilidade

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Mais informações ativacaocriativa@gmail.com
 

Imprensa Cristiane Sampaio (11) 9 9834-0264 e (11) 4551-7958

contato@actacomunicacao.com.br 

FICHA TÉCNICA
 

Curadoria: Cynthia Domenico e Heloísa Sobral 
Apresentação: Cynthia Domenico
Produção executiva: Markito Alonso
Edição dos vídeos: Clayton João

Design: Laura Sobral
Plataforma de transmissão: André Siroto
Assessoria de Imprensa e Redes Sociais: Acta Comunicação Integrada 
Site:
Estúdio Amarelinha | Marcio Yonamine

 

Classificação Livre